O que é PHP?
PHP (um acrônimo recursivo para PHP: Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de script open source de uso geral, muito utilizada e especialmente guarnecida para o desenvolvimento de aplicações Web embútivel dentro do HTML.
Ótimo, mas o que isso significa?
O que o PHP pode fazer?
Qualquer coisa. O PHP é focado para ser uma linguagem de script do lado do servidor, portanto, você pode fazer qualquer coisa que outro programa CGI pode fazer, como: coletar dados de formulários, gerar páginas com conteúdo dinâmico ou enviar e receber cookies. Mas o PHP pode fazer muito mais.
Esses são os maiores campos onde os scripts PHP podem ser utilizados:
- Script no lado do servidor (server-side). Este é o mais tradicional e principal campo de atuação do PHP. Você precisa de três coisas para seu trabalho. O interpretador do PHP (como CGI ou módulo), um servidor web e um browser. Basta rodar o servidor web conectado a um PHP instalado. Você pode acessar os resultados de seu programa PHP com um browser, visualizando a página PHP através do servidor web. Todos eles podem rodar na sua máquina, em casa, para você experimentar programação com o PHP. Veja a seção das instruções de instalação para mais informações.
- Script de linha de comando. Você pode fazer um script PHP funcionar sem um servidor web ou browser. A única coisa necessária é o interpretador. Esse tipo de uso é ideal para script executados usando o cron ou o Agendador de Tarefas (no Windows). Esses scripts podem ser usados também para rotinas de processamento de texto. Veja a seção Utilizando o PHP em linha de comando para maiores informações.
- Escrevendo aplicações desktop. O PHP provavelmente não é a melhor linguagem para criação de aplicações desktop com interfaces gráficas, mas se você conhece bem o PHP, e gostaria de usar alguns dos seus recursos avançados nas suas aplicações do lado do cliente, você pode usar o PHP-GTK para escrever programas assim. Isso ainda lhe habilita a escrever aplicações multi-plataformas. O PHP-GTK é uma extensão do PHP, não disponibilizada na distribuição oficial. Caso esteja interessado no PHP-GTK, visite » o site do projeto.
O PHP pode ser utilizado na maioria dos sistemas operacionais, incluindo Linux, várias variantes Unix (incluindo HP-UX, Solaris e OpenBSD), Microsoft Windows, Mac OS X, RISC OS, e provavelmente outros. O PHP também é suportado pela maioria dos servidores web atuais, incluindo Apache, Microsoft Internet Information Server, Personal Web Server, Netscape and iPlanet Servers, Oreilly Website Pro Server, Caudium, Xitami, OmniHTTPd, e muitos outros. O PHP pode ser configurado como módulo para a maioria dos servidores, e para os outros como um CGI comum.
Com o PHP, portanto, você tem a liberdade para escolher o sistema operacional e o servidor web. Do mesmo modo, você pode escolher entre utilizar programação estrutural ou programação orientada a objeto, ou ainda uma mistura deles. Mesmo sem todos os recursos da POO (Programação Orientada a Objetos) implementados no PHP 4, muitas bibliotecas de código e grandes aplicações (incluindo a biblioteca PEAR) são escritas somente em código POO. O PHP 5 corrige as fraquezas da POO do PHP 4, e introduz um modelo de objetos completo.
Com PHP você não está limitado a gerar somente HTML. As habilidades do PHP incluem geração de imagens, arquivos PDF e animações Flash (utilizando libswf ou Ming) criados dinamicamente, on the fly. Você pode facilmente criar qualquer padrão texto, como XHTML e outros arquivos XML. O PHP pode gerar esses padrões e os salvar no sistema de arquivos, em vez de imprimi-los, formando um cache dinâmico de suas informações no lado do servidor.
Talvez a mais forte e mais significativa característica do PHP é seu suporte a uma ampla variedade de banco de dados. Escrever uma página que consulte um banco de dados é incrivelmente simples. Os seguintes bancos de dados são atualmente suportados:
Também foi providenciado uma abstração de banco de dados (chamada PDO) permitindo a você utilizar qualquer banco de dados transparentemente com sua extensão. Adicionalmente, o PHP suporta ODBC (Open Database Connection, ou Padrão Aberto de Conexão com Bancos de Dados), permitindo que você utilize qualquer outro banco de dados que suporte esse padrão mundial.
- Adabas D
- dBase
- Empress
- FilePro (read-only)
- Hyperwave
- IBM DB2
- Informix
- Ingres
- InterBase
- FrontBase
- mSQL
- Direct MS-SQL
- MySQL
- ODBC
- Oracle (OCI7 and OCI8)
- Ovrimos
- PostgreSQL
- SQLite
- Solid
- Sybase
- Velocis
- Unix dbm
O PHP também tem suporte para comunicação com outros serviços utilizando protocolos como LDAP, IMAP, SNMP, NNTP, POP3, HTTP, COM (em Windows) e incontáveis outros. Você pode abrir sockets de rede e interagir diretamente com qualquer protocolo. O PHP também suporta o intercâmbio de dados complexos WDDX, utilizado em virtualmente todas as linguagens de programação para web. Falando de comunicação, o PHP implementa a instanciação de objetos Java e os utiliza transparentemente como objetos PHP. Você ainda pode usar sua extensão CORBA para acessar objetos remotos.
O PHP é extremamente útil em recursos de processamento de texto, do POSIX Estendido ou expressões regulares Perl até como interpretador para documentos XML. No processamento de XML, o PHP 4 suporta os padrões SAX e DOM, além de você também poder utilizar a extensão XSL para transformar documentos XML. O PHP 5 padroniza toda a extensão XML a partir da base sólida da libxml2, além de estender os recursos com o acréscimo ao SimpleXML e XMLReader.
Por último mas longe de terminar, temos também outras extensões interessantes: funções para o search engine mnoGoSearch, funções para Gateway IRC, vários utilitários de compressão (gzip, bz2, zip), calendário e conversões de datas, tradução...
Como você pode ver, esta página não é suficiente para descrever todos os recursos e benefícios que o PHP pode oferecer. Leia nas seções sobre a Instalação do PHP, e veja a referência das funções para detalhes das extensões mencionadas aqui.
O que eu preciso?
Neste tutorial nós presumimos que seu servidor tem suporte ao PHP ativado e que todos os arquivos terminam com a extensão .php são tratados pelo PHP. Na maioria dos servidores esta é a extensão padrão para os arquivos PHP, mas pergunte ao seu administrador só para ter certeza. Se o seu servidor suporta PHP então você não precisa fazer mais nada. Apenas crie seus arquivos .php e coloque-os no seu diretório web e o servidor irá com um passe de mágica mostrar suas páginas PHP. Não há nenhuma necessidade de compilação para qualquer ferramenta extra. Pense nesses arquivos PHP como se eles fossem páginas HTML com algumas tags à mais que deixaram você fazer coisas mais interessantes do que somente páginas HTML estáticas.
Digamos que você quer salvar sua preciosa conexão e desenvolver tudo localmente. Neste caso, você precisará instalar um servidor web, como o » Apache, e claro o » PHP. Você também irá querer instalar uma base de dados, como por exemplo o » MySQL. Você pode instalá-los separadamente ou pelo jeito mais simples que é » usar os pacotes pré-configurados. que irão instalar automaticamente todas as coisas com apenas alguns cliques. É super fácil configurar um servidor web com suporte ao PHP em qualquer sistema operacional, incluindo Linux e Windows. No Linux, você deve procurar o » rpmfind que é muito útil na localização de pacotes RPM.
Sua primeira página PHP
Crie um novo arquivo chamado ola.php e coloque-o em seu diretório root do seu servidor web (DOCUMENT_ROOT) com o seguinte conteúdo:
Exemplo #1 Nosso primeiro script PHP: ola.php
<html>
<head>
<title>PHP Teste</title>
</head>
<body>
<?php echo "<p>Olá Mundo</p>"; ?> </body>
</html> Use o seu navegador para acessar o arquivo pelo endereço de seu servidor web, ao final do endereço coloque o arquivo "/ola.php" como referência. Quando o desenvolvimento é local você usará uma url como esta http://localhost/ola.php ou http://127.0.0.1/ola.php mas dependendo da configuração do seu servidor web. Entretanto isto está fora do escopo deste tutorial, veja também as diretivas DocumentRoot e ServerName dos arquivos de configuração do seu servidor web. (no Apache o nome do arquivo é httpd.conf). Se tudo foi configurado corretamente, o arquivo irá ser interpretado pelo PHP e irá mostrar a seguinte mensagem de saída no seu navegador:
<html> <head> <title>PHP Teste</title> </head> <body> <p>Olá Mundo</p> </body> </html>
Note que isto não é como em um script CGI. O arquivo não precisa ser executável ou especial em nenhum aspecto. Pense nesse arquivo como um arquivo HTML normal mas com a diferença que ele pode conter algumas tags especiais a mais que permitem a você fazer coisas mais interessantes do que somente páginas HTML estáticas.
Este exemplo é extremamente simples e você realmente não precisa usar o PHP para criar uma página como esta. Tudo o que ele faz é mostrar uma mensagem Olá Mundo usando a declaração echo() do PHP.
Se você tentar rodar este exemplo e ele não mostrar nenhuma mensagem de saída, ou aparecer uma caixa de diálogo pedindo para você salvar o arquivo, ou você ver o arquivo em formato de texto, há uma grande chance do seu servidor não ter o PHP habilitado. Peça ao seu administrar para habilitar o PHP para você, usando o capítulo de Instalação do manual. Se você está desenvolvendo localmente, também leia o capítulo indicado acima para ter certeza de que configurou tudo corretamente. Se os problemas continuarem a persistir, não hesite em usar uma das várias formas de » ajuda que o PHP pode lhe oferecer.
O objetivo do exemplo é mostrar o formato especial das tags do PHP. Neste exemplo nós usamos <?php para indicar que à partir daquele ponto começa um código PHP. Então nós colocamos uma declaração de fechamento para indicar que o script PHP acabou, usando a tag ?>. Você pode usar o PHP em qualquer parte do seu código HTML, e também pode usar várias tags de abertura e fechamento no mesmo arquivo. Para mais detalhes, leia a seção do manual que fala da sintaxe básica do PHP.
Nota: Uma Nota sobre os Editores de Texto
Há muitos editores de textos e Integrated Development Enviroments (IDEs) que você pode usar para criar, editar e gerenciar arquivos PHP. Uma lista parcial destas ferramentas pode ser vista na » Lista de Editores para PHP. Se você gostaria de recomendar algum editor, por favor visite o endereço acima e pergunte ao administrador do site para adicionar o seu editor à lista. Ter um editor que colora as sintaxes das tags pode ser muito útil.
Nota: Uma Nota sobre os Processadores Word
Processadores Word como o StarOffice Write, Microsoft Word e Abiword não são boas escolhas para editar arquivos PHP. Se você deseja usar um desses para testar seus scripts, você precisa verificar se você está salvando os arquivos como TEXTO PLANO ou o PHP não irá ser capaz de ler e executar o seu script.
Nota: Uma Nota sobre o Bloco de Notas do Windows
Se você está escrevendo seus scripts PHP usando o Bloco de Notas do Windows, você precisará verificar que os arquivos estão sendo salvos com a extensão .php. (O Bloco de Notas do Windows adiciona automaticamente a extensão .txt aos arquivos a não ser que você siga um dos passos a seguir para previnir isto). Quando a caixa de diálogo Salvar estiver aberta e você for digitar o nome do seu arquivo, coloque o nome do arquivo entre aspas (i.e. "ola.php"). Uma alternativa, é você clicar na lista drop-down 'Documentos de Texto' na caixa de diálogo salvar e alterar para "Todos os tipos de arquivos". Você agora pode digitar o nome do seu arquivo sem usar as aspas.
Algo Útil
Vamos fazer alguma coisa um pouco mais útil agora. Nós iremos checar qual é o tipo de navegador que o visitante está utilizando para ver a nossa página. De fato, para fazer isto nós teremos que checar qual é o valor da string agente que o navegador envia como parte de sua requisição HTTP. Esta informação é armazenada em uma variável. Variáveis sempre começam com um símbolo de cifrão no PHP. A variável que nos interessa no momento é a $_SERVER["HTTP_USER_AGENT"].
Nota: Nota sobre as Auto-Globais do PHP
$_SERVER é uma variável especial reservada do PHP que contém todas as informações sobre o servidor web. Ela é conhecida como uma Auto-Global (ou Superglobal). Veja a página do manual relacionada as Auto-globais para mais informações. Estas variáveis especiais foram introduzidas no PHP » 4.1.0. Antes desta versão, nós usávamos os velhos arrays $HTTP_*_VARS, como o $HTTP_SERVER_VARS. Entretanto, este estilo antigo foi removido, porém ainda existem. (Veja a nota sobre códigos antigos.)
Para chamar esta variável, nós podemos fazer isto:
Exemplo #1 Imprimindo a variável (Elemento Array)
<?php echo $_SERVER["HTTP_USER_AGENT"]; ?> Um exemplo de saída deste script poderia ser:
Mozilla/4.0 (compatible; MSIE 5.01; Windows NT 5.0)
Mozilla/4.0 (compatible; MSIE 5.01; Windows NT 5.0)
Há muitos tipos de variáveis disponíveis no PHP. No exemplo acima nós escrevemos um elemento Array. Arrays podem ser muito úteis.
$_SERVER é somente uma variável que é automaticamente disponibilizada para você pelo PHP. Uma lista de Variáveis Reservadas pode ser vista na seção Variáveis Reservadas do manual ou você pode pegar uma lista completa delas criando um arquivo como este:
Se você carregar este arquivo no seu navegador você irá ver uma página com todas as informações sobre o PHP junto com uma lista de todos os tipos de variáveis disponíveis para você.
Você pode colocar múltiplas declarações PHP dentro da tag PHP e criar pequenos blocos de códigos que fazem muito mais do que um simples echo. Por exemplo, se você quer checar se o navegador é o Internet Explorer faça algo como isso:
Exemplo #3 Exemplo usando controles de declarações e funções
<?phpif (strstr($_SERVER["HTTP_USER_AGENT"], "MSIE")) {
echo "Você está usando o Internet Explorer<br />";
}?> Um exemplo de Saída seria:
Você está usando o Internet Explorer<br />
Aqui nós mostraremos alguns novos conceitos. Nós temos a declaração if. Se você é familiar com a sintaxe básica usada pela linguagem C isto parecerá ser lógico para você. Se você não conhece a linguagem C ou alguma outra linguagem onde a sintaxe usada acima é usada, você provavelmente precisará de um livro introdutório sobre o PHP, dê uma lida nos primeiros capítulos do livro, ou leia a parte sobre a Referência da Linguagem no manual. Você pode encontrar uma lista de livros sobre PHP em at » http://www.php.net/books.php.
O segundo conceito que iremos abordar é a chamada à função strstr(). A função strstr() é trazida junto com o PHP, ela faz uma busca em uma palavra por uma outra palavra. Neste caso nós procuramos pela palavra "MSIE" dentro de $_SERVER["HTTP_USER_AGENT"]. Se a palavra for encontrada, a função retorna TRUE e se ela não for encontrada a função retorna FALSE. Se o retorno for TRUE, a declaração if ocorre e o código dentro dela é executado. Caso contrário, o código não é executado. Sinta-se à vontade para criar exemplos similares com o if, else, e outras funções como a strtoupper() e strlen(). Cada uma delas está no manual com seus respectivos exemplos.
Nós podemos avançar agora e mostrar a você como alternar entre os modos PHP mesmo que você esteja executando blocos de códigos:
Exemplo #4 Mesclando entre os modos PHP e HTML
<?phpif (strstr($_SERVER["HTTP_USER_AGENT"], "MSIE")) {?><h3>strstr retorna verdadeiro</h3>
<center><b>Você está usando o Internet Explorer</b></center>
<?php} else {?><h3>strstr retorna falso</h3>
<center><b>Você não está usando o Internet Explorer</b></center>
<?php}?> Um exemplo de saída deste script poderia ser:
<h3>strstr retorna verdadeiro</h3> <center><b>Você está usando o Internet Explorer</b></center>
Ao invés de usar a declaração echo do PHP para imprimir a saída dos dados, nós saímos do modo do PHP e usamos o HTML normal. O importante à notar aqui é que a lógica do script continua intacta. Somente alguns blocos HTML será enviados de acordo com o que a declaração strstr() retornar, ou seja TRUE ou FALSE. Em outras palavras, se a palavra MSIE for encontrada ou não.
Tratando Formulários
Uma das características mais fortes do PHP é o jeito como ele trata formulários HTML. O conceito básico que é importante entender é que qualquer elemento de formulário em um formulário irá automaticamente ficar disponível para você usá-los em seus scripts PHP. Por favor leia a seção Variáveis externas do PHP para mais informações e exemplos de como usar formulários com PHP. Aqui vai um exemplo:
Exemplo #1 Um simples formulário HTML
<form action="acao.php" method="POST"> Seu nome <input type="text" name="nome" /> Sua idade: <input type="text" name="idade" /> <input type="submit"> </form>
Não há nada de especial neste formulário. É um formulário HTML comum sem nenhuma tag especial de qualquer tipo. Quando o usuário preencher este formulário e clicar no botão enviar, a página action.php é chamada. Neste arquivo nós teremos algo como este:
Exemplo #2 Imprimindo dados de nosso formulário
Oi <?php echo $_POST["nome"]; ?>.
Você tem <?php echo $_POST["idade"]; ?> anos. Um exemplo de saída deste script seria:
Oi Thomas. Você tem 18 anos.
É óbvio o que este script faz. Não há nada de mais nele. As variáveis $_POST["nome"] e $_POST["idade"] são automaticamente criadas para você pelo PHP. Antigamente nós usávamos a auto-global $_SERVER, agora nós simplesmente usamos a auto-global $_POST que contém todos os dados vindos do POST. Se você usar o método GET então nossas informações residirão na auto-global $_GET. Você também pode usar a auto-global $_REQUEST se você não se importa com o tipo de dados que vêm do seu formulário. Esta auto-global contém uma mescla de GET, POST, COOKIE e FILE. Veja também a função import_request_variables().
Usando códigos antigos com a nova versão do PHP
Agora que o PHP cresceu e é uma linguagem de script popular, há recursos públicos que contém código que você pode reusar em seus próprios scripts. Os desenvolvedores do PHP tentaram largamente manter a compatibilidade, para que um script escrito em uma versão mais antiga do PHP (deva) rodar sem nenhuma alteração em uma versão mais nova do PHP. Na prática algumas alterações serão geralmente necessárias.
Duas das coisas mais importantes recentemente alteradas que afetam um código antigo é:
- O velho método que não está mais em uso, que é o de usar arrays $HTTP_*_VARS (que precisam ser indicados como sendo globais quando usados dentro de uma função ou método). A seguir nós abordaremos os arrays auto-globais no PHP » 4.1.0. Eles são: $_GET, $_POST, $_COOKIE, $_SERVER, $_ENV, $_REQUEST, e $_SESSION. Os antigos arrays $HTTP_*_VARS, como os $HTTP_POST_VARS, ainda existem até a versão do PHP 3.
- Variáveis externas não são mais registradas no escopo global por padrão. Em outras palavras, com o PHP » 4.2.0 a diretiva register_globals está desligada por padrão no arquivo php.ini. O método utilizado atualmente é o de acessar estes valores via arrays auto-globais como mencionado acima. Scripts antigos, livros, e tutoriais podem estar utilizando a diretiva ligada. Se ela estiver ligada, por exemplo, você poderá utilizar a variável $id da URL http://www.exemplo.com/pagina.php?id=42. Se a diretiva estiver desligada, você usará $_GET['id'].